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Se o chip for clonado e o passaporte falsificado, ele conseguirá passar pela inspeção?

Se o chip for clonado (isso é, copiado de forma exata), então ele somente será igual ao do dono original, então ele não "passará na inspeção" para um impostor. Se o chip for clonado e então alterado - por exemplo, se a fotografia for substituída - então a verificação PKI vai detectar isso. Falsificar a parte tradicional em papel do passaporte também representa perigo para o falsificador uma vez que sempre existem várias características adicionais de segurança avançada que devem ser falsificadas e para as quais as autoridades de fronteira são treinadas à examinar.

Muitos e-passaportes são agora equipados com "Autenticação Ativa", que detecta a clonagem. Este é um protocolo chave público/privado onde a chave privada é embutida no chip original e não pode ser copiada. O chip clonado não tem esta chave privada, então a clonagem pode ser detectada.

Não é porque o e-passaporte é altamente seguro e portanto confiável, que receberá somente um exame superficial e falsificações não serão detectadas. Como foi declarado acima, o e-passaporte não substitui o julgamento da autoridade de fronteira - é uma ferramenta extra que torna a detecção de falsificações mais provável. Mesmo para "sósias", impostores que tentam se passar pelo dono do passaporte (um problema que é anterior à introdução do e-passaporte), a detecção é mais provável. Autoridades de fronteira agora tem acesso a uma fotografia de alta resolução no chip para fazer a comparação, e a introdução de sistemas sofisticados de reconhecimento facial (possibilitados pela mesma fotografia de alta resolução) também mostrará diferenças.

Veja também, Por que um criminoso ou terrorista não pode roubar um e-passaporte e colocar a sua fotografia nele? e O que torna um e-passaporte difícil de falsificar?

Cortesia do Keesing Journal, 2009
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15.07.2013 | Aziz escreveu:

É evidente que se algum terrorista pretender um passaporte com outro nome o que vai fazer é usar do dinheiro para que se possa corromper alguém dos serviços que emitem passaportes; e então terá um passaporte válido apenas com um nome diferente. Aliás a cultura que se vive hoje em dia de forma intensa é corromper e não falsificar. Veja-se o caso do Miguel Relvas: o canudo dele é válido.

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